sexta-feira, 20 de abril de 2012

Foto: Luan Santana atualiza seu Instagram



   Ontem (18) Luan Santana postou uma foto dele em seu Instagram, no qual Luan estava fazendo entrevistas para seu novo CD "Quando Chega a noite". Hoje (19) Luan Santana postou uma foto sua com "Marciano" seu ídolo. Marciano fazia dupla com João Mineiro . Confira as fotos: 

Foto postada ontem (18) - Luan Santana dando entrevistas. 

 

Foto postada hoje (19) - Luan Santana com Marciano


Luan Santana e Claudia Leitte sao as principais atracoes do Petrofolia 2012

O Petrofolia, evento realizado pela Prefeitura de Carmópolis, terá 14 atrações e mais de 30 horas de muita música, incluindo os arrastões que acontecem no sábado e no domingo,sempre a partir do meio-dia.
Uma das novidades deste ano é o cantor Luan Santana, considerado como um dos principais nomes da atualidade da música brasileira. Ele se apresenta na abertura da festa, na sexta-feira (20), à meia noite.
No sábado, Claudia Leitte, que a pedido do público retorna ao palco do Petrofolia, depois de uma apresentação fenomenal na festa do ano passado.

quarta-feira, 18 de abril de 2012

Participe da promoção Lacta 100 Anos

Ivete Sangalo, Luan Santana e Thiaguinho se encontram para show




Luan Santana esteve em uma casa noturna de São Paulo para comemorar os 100 anos da marca de chocolates Lacta, na noite desta terça-feira (17), e revelou estar solteiro. “Ainda não achei a pessoa certa. Não vou me amarrar a ninguém. É a melhor coisa, sou muito novo”.

O cantor, que realizou um pocket show ao lado de Ivete Sangalo e Thiaguinho Barbosa, disse estar muito contente em se apresentar ao lado de dois grandes talentos. “Caramba! Estou muito feliz. Sou fã da Ivete, sou fã do Thiaguinho, mas cantar com os dois nunca cantei”, contou.

Questionado se gosta de chocolate, Luan, que exibe boa forma, demonstrou um apreço maior pelos salgados. “Na verdade sou fã mais de salgados. Adoro chocolate, mas não é nenhuma fissura”, explicou.

Por volta das 23h30, o trio entrou no palco animado cantando os sucessos: Amar não é pecado, Fugidinha, Acelera, Meteoro, Sorte Grande, Química do Amor entre outros. A plateia mostrou animação quando o trio resolveu fazer uma redenção de “Eu Só Quero Amar”, Eu Só Quero Chocolate de Tim Maia. O show acabou com o hit de Michel Teló "Ai, Se Eu Te Pego".

Confira algumas fotos:

  Deco Rodrigues/Revista QUEM




Fonte: revistaquem.globo.com

Luan Santana canta seus sucessos no Domingão do Faustão



Na tarde deste domingo (15) Luan Santana lançou o novo CD, intitulado Quando Chega a Noite, no palco do Domingão do Faustão, programa da Globo. O 5º álbum do cantor inclui Incondicional, o novo sucesso que promete estourar nas rádios brasileiras. Recentemente, Luan foi escolhido o melhor cantor de 2011 no quadro Melhores do Ano. Antes, ele já havia vencido como revelação musical em 2009 e conquistou as categorias de melhor cantor e música do ano, também em 2010.
A conversa com o apresentador Fausto Silva foi descontraída, e o ídolo sertanejo falou um pouco sobre o momento do estilo musical no País.
“O sertanejo vive um momento diferente, e a música brasileira em geral. Curto muito o Roberto Carlos, sou muito fã dele e procuro me espelhar em seus sucessos”, afirmou Luan.
Mostrando que se preocupa com o bem estar do próximo, ele disse que faz caridade, doando parte de seus lucros para instituições que cuidam de pessoas que necessitam de cuidados especiais.
“Parte do que eu ganho com as vendas de CDs e DVDs é doado para instituições de caridade. Prometi para mim mesmo que, quando tivesse condições, iria ajudar quem precisa”.
A produção do programa passou um dia inteiro ao lado de Luan e mostrou como é um dia de folga na vida dele. Foi exibido o cantor na hora de tomar café, malhando, passeando com seu carro e, acredite se quiser, pescando. Uma coisa bem íntima, que aproxima ainda mais os fãs e faz com que sempre acompanhem os passos do sertanejo.

Luan Santana diz que é fã de Roberto Carlos: "ele é fera"


Luan Santana falou sobre sua carreira no programa global. Foto: Anderson Borde e Felipe Assumpção /AgNews

Ídolo do sertanejo universitário, Luan Santana afirmou que um de seus inspiradores na carreira é Roberto Carlos. Em entrevista ao programaDomingão do Faustão, ele falou que costuma ouvir o "rei". "Sou fã de Roberto Carlos. Ele é fera demais", contou.

O cantor também comentou o fato de fazer grandes doações para hospitais. "Eu perdi meu avô e minha avó maternos pelo câncer. E minha mãe me pediu: 'quando você tiver condições, quero muito que você ajude quem precise'", contou.

Luan Santana: "Crucifiquei minha adolescência"


O ídolo sertanejo diz que não se arrepende de ter aberto mão da vida pessoal pelo sucesso e, aos 21 anos, tem seu próprio jatinho e compra tudo o que quer.

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"Ninguém impõe um limite para eu gastar", diz
Luan Santana se define como cantor sertanejo. Mas não usa bota nem chapelão. Tem mimo pelo cabelo, cuidadosamente arrepiado. Gosta de rock’n’roll – e os números que giram em torno dele seriam mesmo dignos de um rock star. Desde 2009, quando lançou o primeiro álbum e alcançou o sucesso puxado pela grudenta canção “Meteoro”, o músico vendeu 1,8 milhão de cópias. Atualmente, roda o País de jatinho particular, sobe ao palco pelo menos 20 vezes por mês, cobra até R$ 500 mil por apresentação e doou cerca de R$ 2 milhões para 24 instituições de caridade. Não é tudo. Luan é patrocinado por quatro empresas e possui 50 produtos licenciados em seu nome, de caderno escolar a jeans. Aos 21 anos, o sul-mato-grossense filho de um bancário e uma dona de casa acaba de lançar o quinto trabalho, “Quando Chega a Noite”. Na entrevista a seguir, o jovem cantor milionário passeia pela sua curta, intensa e vitoriosa trajetória.

Você é um sertanejo que não usa chapéu. Por quê?

Para mim, sertanejo tinha de cantar usando bota, calça colada, cintão de fivela e camisa de botão. Só que nunca usei chapéu. Sempre curti ajeitar o cabelo. Sou vaidoso dentro do limite. Gosto bastante de ajeitar o cabelo, tenho uma personal stylist que me veste, várias marcas que me mandam roupas, o que eu acho bem legal. Mas não sou aquela coisa metrossexual. Tenho de estar bem nas fotos por respeito aos fãs. 

Como era no começo? 

No começo, minha mãe ia às lojas comprar roupas para mim. E eu usava botas emprestadas de amigos, porque um par delas custava R$ 2 mil, R$ 5 mil. Mas nunca levei jeito para usar bota, eu usava porque cantava sertanejo. Como elas eram dois, três números maiores que o meu pé, eu pisava meio estranho e um dia eu caí no palco. Aí, parei de usar bota e passei a usar tênis, que se f.! Desde então, me apresento assim. 

O que gostaria de fazer e não faz por causa da fama?

Andar na calçada normalmente, atravessar uma rua no meio dos carros, essas coisas. Ir ao mercado, à padaria também. Mas não dá, porque atrapalha o funcionamento do lugar, né?

Vai a banco?

Não. Tenho quem faça isso para mim. Mas consigo ir ao cinema. Espero o filme começar e depois, no escuro, eu entro. Preciso sempre de uns esqueminhas para fazer as coisas. 

Isso não o incomoda?

Foi o que eu escolhi para a minha vida. Sabia desde o começo que seria assim. Crucifiquei minha adolescência, mas tudo bem. Sempre tive na cabeça o que eu queria. Também não penso se meus amigos curtem a juventude mais do que eu. Coloquei na cabeça que queria essa vida, consegui alcançar isso e agora dou valor ao que conquistei. Não quero voltar no tempo, ter uma vida normal. Abri mão, sim, da minha vida pessoal, mas não foi à toa. Muita coisa me faz feliz hoje. Sou mais feliz do que muita gente que viveu o que eu não vivi. 

Quem administra o seu dinheiro?

Antigamente, o pouco do dinheiro que eu ganhava era o meu pai quem administrava. Hoje, tem um escritório que o administra. Eu não tenho talão de cheque, mas uso cartão de crédito. Ninguém impõe um limite para eu gastar. Tudo o que quero eu compro. Mas não sou de fazer loucuras com dinheiro, não. Com o dinheiro que ganhei, comprei a casa (de 500 m2, avaliada em R$ 2 milhões) onde moro com os meus pais, em Londrina; uma chácara, onde gosto de andar de jet ski e pescar; e um carro para mim. 

O que fez quando ganhou dinheiro pela primeira vez?

Quando ganhei meu primeiro dinheiro cantando, comprei um tênis – eu sempre via os meus amigos com tênis de marca. Aos 12 anos, em um churrasco beneficente de uma igreja, duas duplas cantavam no palco e eu subi para cantar uma música do Edson e Hudson. Era a única que minha irmã e minha prima sabiam me acompanhar fazendo coreografia. A galera achou bacana um garoto cantando afinadinho. Cantei umas dez músicas. Quando terminei, o cara que fazia o churrasco me deu R$ 100. 

Era fã de cantores sertanejos?

Nunca fui de ficar na porta de hotel esperando os músicos. Sempre achei fascinante o mundo dos artistas, chegar numa cidade e a galera ovacionando. “Nossa, deve ser mágico, um dia quero essa galera toda me querendo”, eu pensava. Eu era fã de Zezé di Camargo e Luciano, fui a um show deles aos 4 anos, no ombro da minha mãe, e a outro, no fim do ano passado. 

Ainda há preconceito contra os sertanejos? 

Não vejo mais preconceito. Hoje, a turma está tomando cerveja no posto e ouvindo sertanejo com a porta do carro aberta. O sertanejo hoje se aproxima do pop, é influenciado pelo pop, ouve muito rock, pop, o que acaba tendo reflexo nas músicas. Até o jeito de tocar violão é diferente agora. Os solos grudam mais na cabeça, ficam mais na memória, são pegajosos. Eu ouço Creed, Nickelback e country americano. Via as bandas de rock tocando e pensava: “Por que eu não posso me vestir de xadrez, arrepiar o cabelo e usar calça colada com tênis?” Eu me considero muito responsável pela mudança no estilo de vestir do sertanejo. 

Você diz preferir centrar a carreira no Brasil. O Michel Teló, por sua vez, estourou lá fora com “Ai Se Eu Te Pego”. Como enxerga isso?

O Michel é meu parceiro. No meu primeiro DVD, o chamei para cantar comigo. Já fizemos churrasco juntos. O que aconteceu com o Michel é muito raro. “Ai Se Eu Te Pego” é como a “Macarena” do século passado, é a “Macarena” dos dias atuais. As pessoas nem sabem o que a música quer dizer, mas conquistou todo mundo pelo ritmo. E o mais legal é que se trata de uma música de língua portuguesa conquistando os gringos que falam inglês e espanhol. É algo totalmente raro! Tem esportista dançando ao som dela pra tudo quanto é lado. Foi muito legal para o Brasil. Isso acontece uma vez a cada 50 anos.

Já teve de conviver com histórias de infidelidade?

Acho que nunca fui traído, não! Agora, trair (sic), eu tive três namoradas na vida. Quando estava namorando, fui fiel. Mas namorei por pouco tempo, nunca aguentei ficar só com uma pessoa. Um ano foi o meu maior tempo de namoro. Eu sou meio ciumento. Quero saber para onde a garota está saindo, lógico, e a hora que vai voltar para casa. Mas, antes disso, eu acho que a menina que está comprometida comigo não precisa sair demais, não. Tá comprometida, então, tem de sair comigo! É ou não é? Ou então fica solteira e sai com as amigas, uai! Mas eu quero casar, ter a minha família e aquietar. 

Existe um tipo de assédio que o incomoda?

Não. Lutei muito para a galera ficar me querendo. Batalhei para chegarem em mim e pedirem foto, autógrafo. Já aconteceu de rasgarem a minha roupa, puxarem o meu cabelo, me arranharem, quebrarem vidro de aeroporto. Tudo bem por mim. Cada um tem seu jeito de demonstrar carinho, mais agressivo ou não. Nessas horas, eu me lembro do show debaixo do pé de manga que eu fiz, da gente construindo o palco, fã reclamando das formigas que a picavam... Não quero voltar a ser o que eu era antes da fama... De jeito nenhum! Não quero perder a fama.

Como foi esse show embaixo do pé de manga?

Fizemos uma promoção para algumas fãs viajarem comigo para um show. Primeiro, passei uma tarde cantando junto delas na casa de um amigo. De noite, fomos para o show, cinco meninas com a gente dentro da van. Aí, quando chegamos ao local, começamos a estranhar que o show seria no fundo de um bar que tinha uns bêbados caídos na porta. Bom, o show era debaixo de um pé de manga, o palco era pequenininho, iluminado por uma lâmpada puxada da fiação de uma casa. Havia 30 pessoas na plateia. Subi no palco e as fãs ali, debaixo da árvore, em cima de um chão de terra batida. Até que uma começa a bater nas pernas para espantar as formigas. Essa menina não aguentou e disse: “Olha onde você traz a gente! Um lugar cheio de formiga! Não vou mais pedir música sua na rádio.” Foi um show que não deu muito certo... o cara (contratante) não acertou direito, né? Também já fiz show para dez pagantes, em Maringá, em 2008. Ali, eu pensei em desistir da carreira.

Como os seus pais se comportavam nesses momentos?  

Meus pais sempre deixaram eu seguir o meu caminho com as próprias pernas. Minha mãe ficava preocupada porque eu, com 16 anos, já ia para shows, na estrada, vivia na noite, sozinho. Vi de perto muita gente usando droga, bebendo até cair. Mas eu sempre fui cabeça, soube separar o certo do errado, nunca misturei as coisas. Há um ano e pouco, eu estava numa batida muito grande, fazia 28 shows por mês. Tinha mês que eu não voltava para casa. Eu sentia saudade de amigos, família, porque vivia num mesmo mundo, vendo as mesmas pessoas sempre. Por isso e também porque tenho uma vida pessoal melhor, este ano estou pisando um pouco no freio.

O que é vida pessoal melhor?

Com mais tempo livre. Já fiquei 90 dias sem voltar para a casa onde moro com os meus pais, em Londrina. Agora, retorno, em média, uma vez por semana. Nessas horas livres, amo pegar o meu carro e dirigir sozinho. Durmo bastante, vou à academia e para a chácara andar de jet ski.

Tem sonho de consumo?

Comprar uma fazenda. Quero ser fazendeiro.